Mozart Metallica
A fusão explosiva entre a genialidade clássica de Mozart e a potência do Metallica. Um encontro inusitado que celebra a virtuosidade musical em suas mais diversas formas.
Sobre o Espetáculo
O que há em comum entre um compositor do século XVIII e uma banda de metal norte-americana criada nos anos 80? O que há em comum entre o gênio de Salzburgo e o thrash metal de Los Angeles?
Mais de 225 anos separam o nascimento de Mozart da banda Metallica. 225 anos de distância, mas zero de diferença na intensidade.
À primeira vista, ambos podem ser vistos como representantes de gêneros musicais radicalmente distintos. Porém, olhando-se mais de perto - ou no caso, escutando com mais atenção - percebe-se uma proximidade em termos musicológicos e de expressão entre a produção de Mozart e a produção da banda Metallica. Ao menos é o que argumentam os autores de “Mozart to Metallica: A Comparison of Musical Sequences and Similarities” (tradução livre, “De Mozart a Metallica: Uma Comparação de Sequências Musicais e Similaridades”). No estudo em questão, Stuart Cunninghan, Vic Grout e Harry Bergen utilizam softwares para analisarem as diferenças e similaridades entre música de concerto e rock.
O resultado: o rock é mais próximo da música clássica do que as obras de música clássica entre si. Isso pode ser interpretado de duas formas: 1) o gênero música clássica possui mais diversidade e/ou 2) a música popular, o rock, utiliza de técnicas clássicas para sua criação, que influenciam em sua estrutura. Provas disso são as explicações de Paul McCartney (Beatles) e Jimmy Page (Led Zeppelin) falando de suas inspirações nas introduções das músicas Blackbird e Stairway to Heaven que tentam 'imitar' ou fazer uma outra versão do Bourrée em Mi Menor de Johann Sebastian Bach ('o pai de todos os músicos').
O Mozart Metallica propõe um choque de eras que prova ser a música uma linguagem universal. Através de uma análise musicológica profunda e performances vigorosas, demolimos a hierarquia artificial que separa o "erudito" do "popular". Um concerto para puristas e headbangers descobrirem que a melhor música é simplesmente aquela que nos persuade, como diz Alex Ross em sua obra “Escuta Só - Do Clássico ao Pop”: “a melhor música é a que nos persuade de que não existe outra no mundo.”

Repertório
O repertório está em fase de ampliação e reorganização.
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